20 setembro, 2017

SOCIOAMBIENTALISMO: EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA ''o meu trabalho'' NO CALÇAD...

SOCIOAMBIENTALISMO: EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA ''o meu trabalho'' NO CALÇAD...: ABERTURA DA EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA, CONFORME CONVITE ABAIXO, NO SÁBADO, DIA 23, NO CALÇADÃO DE ARARANGUÁ. Agradeço ao pessoal do Museu por ...

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA ''o meu trabalho'' NO CALÇADÃO DE ARARANGUÁ

ABERTURA DA EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA, CONFORME CONVITE ABAIXO, NO SÁBADO, DIA 23, NO CALÇADÃO DE ARARANGUÁ.

Agradeço ao pessoal do Museu por proporcionar a oportunidade de expor meu trabalho, incluindo-me na seleção de amadores da fotografia de Araranguá.




O Departamento de Cultura comemora cada conquista, e deseja que você esteja presente. Grata aos fotógrafos que fizeram parte da segunda etapa do Projeto de Educação Patrimonial: "Museu na Escola", abaixo relacionados:

Painéis com o tema: "O Meu Trabalho"

Sander Trento
Flávia Sá
Sérgio Hipólito
Silvio Cesar Paladini
Tadêu Santos
Jonathan Scarabelot Farias
Tiago Beduschi Siewerdt
José Tadeu da Silva Melo
Paulo Mendes
Cesar Augusto Gomes Ferreira

Painéis com o tema: "Linha do Tempo"

Rafael Troman
Bernardino de Senna Campos
José Genaro Salvador
Sandro Ramos


13 setembro, 2017

OBA, OBA!!! ARARANGUÁ NA COLUNA DO CACAU MENEZES, MAS DE FORMA INJUSTA, NÃO MERECIDA...



Os comentários do senhor Anderson Gross publicados (em anexo) na página do colunista Cacau Menezes (de Florianópolis) a respeito de Araranguá são totalmente descabidos, infelizes e carregados de total idiotice pela falta de informações precisas e legítimas.

Primeiro justificamos nossa perplexidade e indignação informando que não se trata de ‘’anel viário’’ e sim de um desvio denominado de ‘’Contorno de Araranguá’’, heroicamente conquistado pela imensa maioria dos segmentos organizados da sociedade civil araranguaense, conforme breve histórico em anexo (http://www.contato.net/contorno-da-br-101-em-ararangua-continua-sendo-tratado-com-descaso-pelas-autoridades/)

  A mesma estratégia de uma alternativa rodoviária de carga pesada (imagem de domingo, dia 10) está sendo adotada na Grande Florianópolis para evitar a passagem que a super-rodovia BR-101 causa à população, com uma infinidade de transtornos ao cruzar por dentro do perímetro urbano de Palhoça, São José e Biguaçu.

O dito consultor, pelo visto, é apenas mais um oportunista querendo tirar vantagens em sua carreira, pois o norte do estado de SC se desenvolve muito mais que a região sul, tanto é que em 1985, por exemplo, Jaraguá do Sul tinha praticamente as mesmas características socioeconômicas que Araranguá, diga-se, não tem BR-101 passando no quintal da sua casa, muito pelo contrário, está distante.
 Sugerimos ao senhor Anderson Gross rever urgentemente seus discursos proferidos nas palestras para que evite cometer mais besteiras como esta sobre Araranguá, talvez porque alguma sereia cantou algo em seu ouvido...













Em relação ao possível fechamento do campus da UNISUL em Araranguá é outra afirmação inconsequente, pois as causas não tem nada a ver com o Contorno da BR-101. No mencionado espaço da UNISUL funciona parte da estrutura do campus da UFSC, onde será utilizado provisoriamente para iniciar o curso de Medicina da UFSC Araranguá, processo já em vias de implantação.
Cacau e equipe deveriam investigar as notícias que publicam para manter o prestígio e a credibilidade da famosa coluna social, mesmo quando a divulgação for paga pelo interessado.

Alertamos ainda que passamos por um momento em que a pós-verdade é disseminada, em que as mentiras se propagam assustadoramente e são consideradas fontes dignas de informação.
Este histórico avanço conquistado com a assinatura de 49 entidades araranguaenses, com exceção de seitas religiosas e partidos políticos, equivalente a quase 90% dos segmentos organizados da população do Município de Araranguá, nunca foi usado politicamente para proveito pessoal ou de qualquer entidade ou instituição.

Muito pelo contrário, certa vez fomos questionados de forma inquisitória por uma entidade inicialmente favorável a manutenção por dentro da cidade, porque havíamos enviado denúncia ao TCU pela alteração da forma do desvio, com estrutura de elevado / viaduto para aterro superestimado o valor do Contorno em 30 milhões. Na época já existia as fabulosas propinas para satisfazer a ganância da corrupção...

Em outra ocasião informamos que apresentaríamos uma proposta de projeto obtida pela ONGSN para formalizar o histórico registro com outdoors, histórico em cartilhas e uma escultura de 10 metros de altura simbolizando a ser implantada no trevo Becker, do qual fomos agredidos de forma tempestuosa sem uma razão justificável. Lamentável, muito lamentável!!!

99% do tráfego da rodovia BR-101, que passava por dentro do perímetro urbano de Araranguá, em nada contribuía para um desenvolvimento qualificado e sustentável, a não ser o da poluição do ar e sonora, da constante estatística de acidentes, da desagregação social e econômica, como de tantos outros prejuízos do coletivo araranguaense, além das cheias interditando as pistas da BR-101.

Os conflitos mencionados consequentemente causados por ações antrópicas, geravam um potencial de notícias distorcidas ((inclusive no Fantástico) ) denegrindo a imagem da Cidade das Avenidas, do Morro dos Conventos e do já comprometido rio Araranguá, pela famigerada contaminação das águas de minas de carvão a montante da bacia hidrográfica do Mãe Luzia ou da região carbonífera de Criciúma.

OBS. Informamos mais um link para o devido esclarecimento sobre os objetivos positivos do desvio/contorno da obra de duplicação do Mercosul, com intenso tráfego conforme fotos em anexo clicadas no último domingo dia 10/09/17, coincidentemente um dia antes da publicação no DC.
  
https://desvio-contorno-ararangua.blogspot.com.br/2011/10/contorno-desvio-da-duplicacao-da-br-101.html?showComment=1500911289579&view=timeslide
Att Tadêu Santos – Coordenador Geral da ONG Sócios da Natureza
www.tadeusantos.blogspot.com


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CACAU MENEZES
A construção do anel viário pode ter provocado retrocesso no Sul de SC, avalia startup
11/09/2017- 03h01min
  -  Atualizada em 11/09/2017- 03h01min

 A construção do anel viário de Araranguá, no Sul do Estado, pode ter provocado séria redução no desenvolvimento do município, avalia Anderson Gross, diretor-geral da Via Jovem, uma startup especializada em consultoria na área da educação.
 —  A obra tirou grande parte do movimento de veículos na região central, reduzindo o faturamento de lojas e empresas prestadoras de serviços  —  afirma Gross.
Para ele, a principal demonstração da recessão que atingiu Araranguá é o fechamento do campus da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul). Em palestra ministrada em Tijucas, Anderson Gross disse acreditar que nas próximas décadas o Sul catarinense tenderá a se retrair, enquanto que a faixa entre Florianópolis e Joinville deverá se transformar inteira em praticamente uma cidade só.

http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticia/2017/09/a-construcao-do-anel-viario-pode-ter-provocado-retrocesso-no-sul-de-sc-avalia-startup-9893460.html
Morro dos Conventos

30 agosto, 2017

APENAS DEFENDO O MELHOR PARA ARARANGUÁ E REGIÃO SUL DE SANTA CATARINA''

Transcrição de postagem e comentários no Facebook:
 
Tadêu Santos
Tenho evitado ao máximo comprar em comércio de outros estados estabelecidos aqui em Araranguá, como a rede de farmácias Raia e a agora Pague Menos, ambas de São Paulo. Considerando que existem farmácias genuinamente araranguaenses, que deixam o lucro investido no município, enquanto que as mencionadas acima, os donos nunca estiveram aqui em Araranguá, não vivem o nosso cotidiano como os proprietários das farmácias locais. Este diferencial é muito mais significativo sócio econ...
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Comentários
Osvaldo Mello Positivo !

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23 de agosto às 20:37
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Eve Porto justa tua luta ?

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23 de agosto às 22:23Editado
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Oniclad Silva Mas quando aparece uma "feira do Brás" a população corre para comprar e ainda xinga os confeccionistas da nossa região. Não espere coerência deste tipo no povo.

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23 de agosto às 20:44
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Osvaldo Mello Preço! Primeira palavra em qualquer negociação!

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23 de agosto às 20:51
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Orlei José Copetti Concordo inteiramente contigo TADEU. Hoje ainda paguei 12,00 a mais num remédio numa farmácia NOSSA.

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23 de agosto às 20:55
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Elisa Plácido Eu não pago mais caro, só porque o comércio é "genuíno".

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23 de agosto às 21:38
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Tadêu Santos Concordo prezada Elisa Plácido com a sua posição, mas então você não entendeu a minha proposta de puxar o peixe pra nossa sardinha, considerando que o benefício final será para todos nós...
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Elisa Plácido Tadêu Santos, entendi sim.... Sempre compro no comercio da minha cidade, me certificando a fonte e a origem de todos os produtos que consumo, principalmente quando se trata de alimentos e vestuários (mão de obra escrava). Mas, não vou pagar o dobro do preço por um medicamento, p. ex.
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Alvaro Faria geração de emprego

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23 de agosto às 21:05
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Hilton Antonio Gevieski Há controvérsias...

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23 de agosto às 21:34
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Helen Becker Concordo ! O araranguaense tem a estranha mania de valorizar oque é de fora. Isso chega até ser um aspecto cultural que ao meu ver está correlacionado com a ignorância em ignorar o conhecimento. É claro que devemos ter coerência e valorizar nosso dinheiro que quase não tem mais valor mediante alguns produtos subfaturados. Mas se o preço de um medicamento for igual na farmácia Econômica e na Raia, é óbvio que comprarei na farmácia da terrinha.

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23 de agosto às 22:02Editado
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Éllen Da Silva Rufino Dos Reis Pena que nem sempre o comercio local não valoriza seus clientes...mal atendimento.

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23 de agosto às 22:03
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Maria Costa da Cunha Concordo Ellen este final de semana. Sábado fui comprar um fogão. Fui nas lojas da cidade queria a vista. Preferem vender no cartão da loja ou a prazo. Tive que ir na cidade alta em uma loja simples Onde fui bem atendida e paguei a vista

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23 de agosto às 22:10
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Éllen Da Silva Rufino Dos Reis É bem complicado o atendimento na nossa cidade, tem que melhorar e muito.

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23 de agosto às 22:12
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Waldemar Pacheco Jr. Emprego, impostos... Ainda mais em uma cidade em que, infelizmente, não tem qualquer projeto efetivo de desenvolvimento, exceto aquele de permanência do coronelismo político. Significa que, em breve, as raízes serão engolidas pelas plantas aéreas. Já aconteceu e continua acontecendo em muitos lugares!

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23 de agosto às 22:03
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Jose Giovani Alves Bonilha Estás de parabéns amigo, uma pena que só lembram da gente qdo querem favores, aí lembram dos conhecidos

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23 de agosto às 22:07
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Eduardo Araranguá É isso ai Tadêu Santos, vou compartilhar no meu facebook amigo

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23 de agosto às 22:21
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Monica Girardi Seja bem vindo Tadêu Santos ao Consumo colaborativo!

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23 de agosto às 22:43
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Nelson Prohmann Concordo com o Tadeu. Mas está luta deveria ser a menor de todas. O PIB Municipal deveria ser formado muito mais pela indústria e também mais pela agroindústria. Basicamente o comércio local faz girar o nosso dinheiro aqui dentro. O comércio externo tira isso de nos, mas quem trás dinheiro de fora pra cá e a produção.

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24 de agosto às 06:54
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Agilmar Machado O problema dos estabalecimentos isolados de cada cidade é que compram menores quantidades. Isso resulta em preços invariavelmente maiores. Eu selecionei prioridade pelas redes do meu Estado. Já que o tema inicial é farmácia, é bom que saibam que a rede de farmácias "Popular" pertence à Drogaria Catarinense. O interessante é a participação no ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), que é rateado entre todos os municípios do Estado.

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24 de agosto às 19:11Editado
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Maurício Pereira posso garantir que os preços da Raia são mais caros do que outras aí mesmo do calçadão. Mas vamos combinar , uma cidade que tem sete farmácias em uma quadra e meia, tem a população doente, não acham? Rsrsr

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24 de agosto às 18:22
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Agilmar Machado Farmácia creio ser o ramo de maior quantidade de estabelecimentos (pelo menos em cidades catarinenses). Antes dos supermercados (que polarizaram a clientela, que antes eram dos armazens), farmácia está ocupando o primeiro lugar.

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25 de agosto às 12:03Editado
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Alexandre Hahn Acho importante priorizar o comércio local, sem jogar dinheiro no lixo, óbvio. Não esquecendo que os funcionários das lojas de rede são moradores da cidade, compram na cidade, etc.

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24 de agosto às 18:42
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Agilmar Machado Isso mesmo. Se cada cidade ousasse contar apenas com seus próprios cidadãos no tocante a compras, acabariam por ficar apenas "trocando dinheiro" indefinidamente. Tem que haver o ingresso de fontes de fora para a geração de um mercado rentável... ou voltar à prática do escambo.

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25 de agosto às 23:49
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Hélio Bauer Koerich, Ricardo Eletro, Colombo, Taqi, Magazine Luiza, Droga Raia, Sermog, e tantas outras empresas que estão aqui e que empregam pessoas daqui. Deixar de comprar também acarretará prejuízos para o comércio e o emprego. Avaliar o local na hora da compra é uma questão a ser feita pelo cliente.

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25 de agosto às 13:37
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Nilséia Souza Gomes Mando bem Tadeu concordo plenamente

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25 de agosto às 23:42
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Valmir Teixeira Sempre foi cogitado e almejado trazer empresas para diminuir o desemprego Araranguaense , agora não podemos abandonar o que foi tão almejado infelizmente o comércio local não consegue concorrer com essas grandes empresas

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26 de agosto às 09:01Editado
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Nelson Prohmann Enquanto não nos entendemos por coisas menores. As grandes indústrias sé instalam em I,cara.

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26 de agosto às 13:21
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Tadêu Santos Quando vim morar em Araranguá em 1984, Jaraguá do Sul tinha as mesmas características sociais e econômicas e São Joaquim quase se igualava a Araranguá. Hoje São Joaquim é incomparável em inferioridade com Araranguá e Jaraguá do Sul se sobressai em todos os aspectos. Acredito que a questão da geração de divisas e empregos se conquista com comércios locais fortalecidos, sejam eles locais ou de fora, porém dou preferência aos araranguaenses ou regionais. Comércio local fortalecido supre e abastece os empregos das estrangeiras... Porém volto a enfatizar que a indústria como a principal fomentadora do desenvolvimento para qualquer município!!!

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26 de agosto às 19:57Editado
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Waldemar Pacheco Jr. Tadeu, tens razão em dizer que comércio fortalecido diz muito da robustez da economia, porém, como mesmo enfatizas nesta última postagem, a indústria é o segmento que realmente produz, algo que Jaraguá do Sul o faz (e com competência por haver projetos nesse segmento) há muito tempo, sendo que a expressão máxima dessa competência, hoje, é da WEG e, no começo do seu marco industrial, pela Duas Rodas. Mas cabe perguntar: Araranguá (e região) tem veio potencial à industrialização? Esse seria o caminho para alavancar o PIB? Minha resposta, pelo que conheço e no curto/médio prazo, é um sonoro ´não´. E me posiciono: a indústria exige um projeto de longo tempo e que pode levar décadas para efetivamente acontecer, pois necessitaria de logística, mão de obra qualificada e incentivos fiscais, além é claro de investidores - e nesse quesito, Araranguá perdeu terreno, aliás, muito terreno, para cidades satélites de Criciúma, como Içara, bem como para o Sombrio. Qual seria a solução? Apostar no potencial regional que, aliás, poderia se sobressair com projeto adequado: turismo sustentável e economia criativa, dois segmentos que tem alavancado economias regionais em todo o mundo - e teria um terceiro, que seria parques tecnológicos, mas esbarramos na carência de profissionais qualificados. E o comércio ficaria fortalecido, pois atrairia consumidores externos na compra não exatamente de bens (o que ocorreria como uma extensão natural), mas principalmente de serviços, com o consequente aumento da renda da população local e regional. Em suma: falta um diagnóstico adequado para um adequado projeto de desenvolvimento.

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26 de agosto às 23:04
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Waldemar Pacheco Jr. Em tempo: não há muita diferença entre um comércio local de um outro externo, já que nada se produz de efetivo - e, nos dois casos, o capital migra para fora, com perda de renda interna, com menor ou maior agilidade, respectivamente. Ou se produz (bens e/ou serviços) ou nada se acresce além de um problema que vai se empurrando com a barriga.

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26 de agosto às 23:10
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Tadêu Santos Não é campanha não, apenas uma manifestação pessoal tentando proteger a região do excesso de comércio de fora. Tem gente, por exemplo, que acha que Araranguá cresceu principalmente por causa dos empreendedores de fora, do qual discordo, pois vejo esta questão de outra forma, ou seja, uma questão de oportunismo da cultura de mercado.

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Responder23 h
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Tadêu Santos Entendo ainda que a mão de obra / empregos que os de foram proporcionam aos araranguaenses poderia ser absorvida se o comércio local ou regional fosse valorizado, consequentemente fortalecido com geração de divisas e empregos. Lembro que a abordagem é complexa e não existem regras que não sejam as do livre mercado, proporcionando oportunidade a todos. 
Enfatizo apenas que não se deixem levar pelo canto das sereias de propaganda e pesquisem preços, pois o comércio local ou regional possui preços iguais e até mais baixos que os oferecidos pelas redes de fora, que a região possui produtos de qualidade até superior aos vindos não sei de onde...!!!

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Marcia Becker Discordo desse ponto de vista

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22 h
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Tadêu Santos Talvez uma das mais belas formas de expressão seja a nossa honesta e livre expressão /manifestação sobre os mais diversos conflitos existentes em nossas vidas. Os vários comentários demonstraram aqui neste esta bela possibilidade democrática. 
Concordo
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12 h
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Marcia Becker Acredito na liberdade das empresas se instalarem onde quiserem, e nós a comprarmos o que necessitamos a que nos oferece o melhor produto pelo menor preço. Estamos no Brasil.

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11 h
Tadêu Santos OK Marcia e demais. E por que você acha que os grandes cartéis de redes oferecem preços mais baixos que os demais comerciantes?! Porque compram em grande quantidade das indústrias e com isso obtém preços baixos. A s indústrias fornecem preços mais baixos porque sonegam impostos e devem operacionalizar outras falcatruas, muito utilizadas pela máfia mercantilista em todo o planeta. Uma injustiça socioeconômica que o capitalismo selvagem proporciona e os insensatos gananciosos usufruem...
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Tadêu Santos A minha proposta é provocar uma profunda reflexão acerca desta conflituosa questão. Muitas coisas estão erradas no nosso modelo político/socioeconômico brasileiro. Não pretendo aqui apontar soluções, mas acreditar que existem possibilidades, desde que não sejamos passivos ou alienados. Pra nós (Classe média), parece estar tudo bem, quando na verdade não está. Estará sim, quando houver uma verdadeira e equilibrada justiça social neste glorioso e imenso país chamado Brasil.
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